SAÚDE BUCAL EM FOCO

O blog do Prof. Rodrigo Bueno de Moraes é um canal aberto à discussão sobre as questões da saúde bucal e sobre a relevância dos temas da saúde para o cotidiano e a qualidade de vida.

26.9.06

Mau Hálito é um problema? Veja essa idéia…

Essa matéria da sessão “Sua Vida” da Revista Seleções - Fevereiro de 2006 está ao dispor pelo www.readersdigest.com.br.
Incomodado com o mau hálito?

Experimente comer iogurte natural. Pesquisadores do Japão reuniram 24 voluntários que consumiram quantidades variadas de iogurte natural - de 0 g até 90 g - rico em Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus, duas vezes ao dia, durante seis semanas. Os que sofriam de mau hálito tiveram os níveis de sulfeto de hidrogênio, um dos principais causadores do odor ruim, reduzidos em 80%.

“É ótimo saber que o iogurte faz bem para a saúde bucal”, diz o Dr. Nigel Carter, da Fundação de Saúde Dental Britânica. “Mas a melhor maneira de diminuir o mau hálito ainda é escovando os dentes, usando o fio dental e evitando o açúcar.”

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    18:35:38 — Arquivado em: Odontologia & Saúde

19.9.06

DICA SOBRE LITERATURA PARA A SAÚDE - Parte III

Recomendo a leitura de “Oswaldo Cruz e Carlos Chagas: o Nascimento da Ciência no Brasil” - obra de MOACYR SCLIAR- publicada pela Editora Odysseus. A formação científica de médico, especializado em saúde pública, com uma sólida carreira literária, incluindo mais de sessenta volumes, recomenda o autor para a tarefa de escrever a história dos nossos dois mais famosos sanitaristas: Oswaldo Cruz e Carlos Chagas. Nesse livro o “grande Moacyr Scliar” retrata a obra e a vida desses dois cientistas brasileiros, que estão entre os primeiros a terem recebido reconhecimento internacional por suas atuações pela saúde brasileira.

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    13:58:52 — Arquivado em: Saúde & Sociedade

15.9.06

Um alerta para a saúde bucal na terceira idade

A compreensão sobre saúde bucal é fundamental para o desenvolvimento de um tratamento de sucesso e de uma adequada manutenção da saúde bucal. Na terceira idade essa situação ganha uma dimensão ainda maior, como sugere um estudo realizado na Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Unicamp. Nessa avaliação ficou constatado que a maioria dos idosos analisados possui baixa percepção de suas condições de saúde bucal e estão com alto nível de depressão. A situação é ainda mais alarmante com os idosos solteiros e que residem em habitação comunitária (pavilhão). A baixa condição sócio-econômica também contribui para o quadro. Esta foi a conclusão de uma pesquisa intitulada “Auto-percepção de saúde bucal em idosos”, desenvolvida por Cathleen Kojo Rodrigues, aluna de mestrado de Odontologia em Saúde Coletiva, sob orientação do professor Eduardo Hebling.
A pesquisa foi desenvolvida com 184 idosos, de ambos os sexos, acima de 65 anos, residentes em duas instituições de cuidado de idosos de Piracicaba (Lar dos Velhinhos de Piracicaba e Lar Betel). O estudo teve como objetivo avaliar as condições e a autopercepção de saúde bucal em idosos a fim de facilitar a criação de políticas específicas de saúde. A autopercepção de saúde bucal foi avaliada por meio do índice GOHAI.
A pesquisa, que teve duração de 12 meses, correlacionou o exame clínico com a auto-percepção que os idosos tinham de sua saúde bucal. Foi constatado que a maioria dos idosos apresentava baixa condição de saúde bucal, utilizando próteses removíveis.
A auto-percepção, esclarece o Prof. Hebling, é um dos instrumentos para avaliar a qualidade de vida geral da pessoa. Os idosos casados apresentaram melhor autopercepção de saúde provavelmente pelo estímulo proporcionado pela vida conjugal. A falta de companhia é um fator altamente prejudicial à qualidade de vida do idoso, visto que este tende a perder o interesse a certas situações do cotidiano, ocasionando em baixa auto-estima e falta de cuidado com a saúde, constata o professor.
O resultado dessa pesquisa condiz com a realidade vivida pela maioria dos idosos no país, uma vez que o universo pesquisado foi bastante homogêneo, em relação às condições sócio-econômicas. A íntegra do texto científico pode ser obtida pelo site da SOBRAPE (Sociedade Brasileira de Periodontia) www.sobrape.org.br

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    08:57:00 — Arquivado em: Odontologia & Saúde

12.9.06

Programa de Governo e Propostas para a saúde(II)

3-) HELOISA HELENA (PSOL)
(maiores detalhes pelo www.psol.org.br)
O programa do partido de Heloísa Helena pretende investir na saúde pública, dando vez a um plano que prevê uma medicina gratuita e eficiente para todos,.incluindo a educação para a saúde de base.

4-) CRISTOVÃO BUARQUE (PDT)
(maiores detalhes pelo www.pdt.org.br)
É indiscutível o fato de que os investimentos em saúde só produzem resultados satisfatórios quando, simultaneamente, a sociedade investe recursos na melhoria da qualidade de vida da população, vale dizer, em saneamento básico, educação, alimentação, habitação, condições gerais de trabalho e realiza uma política justa de distribuição da renda. em síntese, as políticas sociais são interdependentes e os recursos destinados à saúde devem corresponder aos níveis impostos pela estrutura de gastos referentes ao estágio de desenvolvimento do país.

O sistema de saúde deve ser universal e funcionar de maneira permanente. O Sistema Único de Saúde, idealizado com o objetivo correto de universalizar o acesso à saúde, transformou-se na prática, num obstáculo à sua realização com a transferência dos recursos públicos destinados ao atendimento das populações de baixa renda para a iniciativa privada. Dados do IBGE estimam que em 1991 cerca de 80% dos gastos do INAMPS com internações destinaram-se à rede privada. Ao lado das fraudes incontroláveis decorrentes desta nefasta simbiose entre o dinheiro público e a atividade particular na área da saúde, esses procedimentos reduziram drasticamente o financiamento da rede pública relegando à ociosidade o equipamento médico-hospitalar construído pelo Estado ao longo do tempo, com enormes prejuízos para a nação. O desperdício, no setor, levou à falência a própria Previdência Social, responsável, em grande parte, pelo seu custeio. O Sistema Único de Saúde, para viabilizar-se, precisa ser implantado de modo a corrigir essas intoleráveis distorções, deixando, Estados e Municípios de exercerem a função de simples repassadores de recursos públicos para terceiros, envolvendo-se na teia de cumplicidade em que se transformou o Sistema.

Descentralizar a estrutura sanitária significa municipalizar a rede básica e definir, ao mesmo tempo as atribuições dos governos federal e estaduais no campo da saúde. Essa foi a proposta aprovada já em 1963, na III Conferência Nacional de Saúde, no governo do Presidente João Goulart, e adotada em 1988 pela nova Constituição Federal.

A municipalização supõe o fortalecimento da rede pública, que na prática, hoje, esta sendo sucateada e desmoralizada, em benefício da transferência de recursos públicos para a rede privada, cujas prioridades são a eficiência empresarial e o lucro e não o interesse público.

A municipalização supõe também outros requisitos fundamentais. O município, no exercício pleno de sua autonomia e com a participação da comunida, implantando o controle social nas diversas instâncias do /sistema Único de Saúde, deve estabelecer e gerir a estrutura sanitária mais adequada às suas necessidades. Como os municípios apresentam graus diferentes de desenvolvimento, tais estruturas terão, necessariamente, graus diferenciados de complexidade.

Compete aos Estados articularem a rede básica dos municípios, organizando-os, se necessário, por regiões e suprindo os serviços mais complexos, indispensáveis ao funcionamento do sistema. A função do Governo Federal, por intermédio do Ministério da Saúde, órgão responsável pela formulação da política nacional de saúde, é essencialmente normativa e fiscalizadora.

Os recursos públicos devem ser aplicados exclusivamente na rede pública e suficiente para o seu correto funcionamento. a rede privada não poderá receber recursos públicos, mas não sofrerá qualquer restrição a seu funcionamento, obedecida a legislação específica.

O sistema público de saúde deve ser prioritariamente financiado com recursos orçamentários da Seguridade Social no nível da União, e dos orçamentos fiscais dos Estados e dos Municípios. À Previdência cabe cumprir sua finalidade precípua, que é o pagamento das aposentadorias e pensões de seus associados. Os recursos da Previdência, descontados do salário de seus associados, destinam-se a isso e não devem ser aplicados, a não ser em caráter emergencial e sem comprometer esse objetivo principal, no financiamento da rede pública de saúde - quanto mais no pagamento de serviços prestados pela rede privada.

O sistema único de saúde deve adotar algumas cacterísticas específicas como valorizar o trabalhador de saúde pelo seu papel estratégico no processo de transformação social, incorporando conforme as exigências da realidade local, trabalhadores tais como agentes comunitários de saúde. Outra característica flexibilizadora é a adoção de experiência inovadoras de sistemas locais e distritais de saúde que fundamenta-se na articulação da saúde às condições de vida próprias de cada grupo populacional. Uma das estratégias adotadas é a formulação de um novo modelo assistencial o “médico de família” e “vida nova no morro”, tendo em conta a necessidade de viabilizar propostas concretas que articulem saúde e saneamento com melhoria da qualidade de vida da população. Serão desenvolvidos programas por grupos de risco e por faixa etária, sem perder a integralidade programática. O PDT também assumirá compromissos com o desenvolvimento de práticas de medicina oriental, bem como as que instrumentalizam a atenção primária com a tecnologia simplificada de ponta e a educação para a saúde. em todas as fases da atenção de saúde, seja preventiva ou assistencial, o PDT defende o respeito ético ao direito de cidadania do usuário.

Outra sangria que precisa ser urgentemente estancada na área da saúde é a que resulta da situação de nossa indústria farmacêutica, cada vez mais desnacionalizada. O Brasil já teve uma farmacopéia pioneira e volta a ter importância fundamental no mercado mundial dos fármacos em função da sua exuberante biodiversidade, mas neste momento importa quase todos os insumos e sua indústria farmacêutica é pouco mais que uma linha de montagem. Em 1963, o Presidente João Goulart baixou decreto para evitar o abuso do superfaturamento nas importações de insumos farmacêuticos realizadas por filiais de laboratórios estrangeiros junto às respectivas matrizes. Esse superfaturamento chegava, em muitos casos, não em poucos, a mais de 2.000%. Sim, mais de dois mil por cento. Como outras medidas de defesa do interesse nacional, essa também desapareceu, depois do golpe, na limpeza que se fez no Brasil para erradicar o que consideravam xenofobia que para eles nos tornava tão pouco atraentes aos capitais multinacionais que, já naquela época, há quase trinta anos, seriam o instrumento e alimento da nossa redenção.

As propostas para saúde dos candidatos Rui Costa Pimenta, José Maria Eymael, Luciano Bivar e Ana Maria Rangel podem ser encontradas nos informativos eletrônicos dos seus partidos. Para ter acesso visite, respectivamente, as páginas do PCO, do PSDC, do PSL e o do PRP.

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    18:08:41 — Arquivado em: Saúde & Sociedade

Programa de Governo e Propostas para a saúde(I)

Para os interessados em saúde, seguem as propostas dos candidatos para o tema. É interessante considerar a falta de clareza e de objetividade para a compreensão de alguns tópicos pelo eleitorado. Alguns chegam a negligenciar a questão, preferindo resumir demais ou omitir as suas “idéias” sobre o tema. Como salienta um “expert” no assunto: - “A ausência de programas é uma triste constatação de que eles são feitos durante a campanha”.
Essa citação de Marco Antonio Villa, historiador e cientista politico, corrobora as nossas impressões sobre a falta de objetividade e de conhecimento para a elaboração dos textos.
Apesar disso são essas as “informações oficiais” sobre os “planos para a saúde” disponibilizadas pelos partidos que concorrem ao principal cargo majoritário do país, em 2006. Vale conferir, optar e cobrar no futuro.
1-) GERALDO ALCKMIN (PSDB-PFL)
(Maiores detalhes no site www.psdb.org.br)
A saúde pública é um desafio crucial para um partido que luta por uma sociedade mais justa. Em todo o mundo, a social-democracia destacou-se por iniciativas pioneiras nesse campo. Para o PSDB, a saúde é um ponto de honra. As falhas e insuficiências nos serviços de saúde são responsáveis pelos ainda altos índices de mortalidade infantil, a despeito dos notáveis avanços dos últimos anos, e pelo sofrimento injustificável de milhões de brasileiros pobres, mal-assistidos e desamparados.

Nos últimos anos, a estratégia nacional de saúde pública avançou significativamente. com as diretrizes contidas na Constituição de 1988 e na legislação que instituiu o Sistema Único de Saúde (SUS). Juntas, elas consubstanciaram uma política pública de inequívoca vocação democrática. Firmaram-se então alguns princípios básicos, como o atendimento universal, a eqüidade das ações de saúde, a descentralização dos serviços e o controle social de sua aplicação. Tais diretrizes vêm sendo postas em prática a duras penas, com o objetivo de instalar a gestão plena do SUS nos grandes núcleos populacionais. Mas devido a magnitude desses desafios, ainda falta muito para alterar a dramática situação da saúde pública de enormes contingentes das populações pobres do Brasil.

Levando em conta as lições da prática recente, o PSDB defende:
• a generalização da assistência médica domiciliar, principalmente nas metrópoles. As equipes formadas por agentes comunitários, médicos e outros profissionais de saúde devem contar em sua retaguarda com o apoio de ambulatórios e hospitais da rede pública;
• a ampliação da ação do Estado no campo da prevenção de enfermidades, inclusive as impostas por atentados ao meio ambiente;
• o fortalecimento das agências governamentais de vigilância sanitária e ambiental;
• a valorização do papel desempenhado por entidades sociais sem fins lucrativos que se dedicam ao atendimento de saúde em suas comunidades. Sua atuação é tão mais importante quanto mais sabemos das insuficiências dos órgãos governamentais. Essas organizações devem merecer apoio do poder público por meio de acordos e parcerias que correspondam aos princípios gerais da política de saúde;
• a necessidade de firmar no texto constitucional normas obrigatórias de aplicação de recursos públicos na área de saúde, nos três níveis de governo. A eliminação do déficit nas contas públicas pode ser obtida sem comprometer os investimentos necessários ao combate à exclusão social. A contrapartida imprescindível, é claro, é o combate às práticas criminosas, aos desperdícios e ao mau uso dos recursos públicos;
• o aprofundamento da descentralização e da municipalização das atividades de saúde, que deve ser complementada pela generalização da experiência de consórcios intermunicipais na prestação de serviços médicos e hospitalares;
• a ampliação do controle da sociedade sobre o conjunto das atividades relacionadas à saúde, em especial por meio dos conselhos e conferências de saúde previstos pelo SUS;
• o reforço do controle e da vigilância dos órgãos públicos sobre os planos privados de saúde, tendo em vista que os milhões de brasileiros que a eles recorrem, não podem ser burlados por normas que ferem os direitos do consumidor;
• a consolidação da política de comercialização dos medicamentos genéricos. Tanto a fabricação como a comercialização de remédios, com supervisão de sua qualidade e preço, devem ser acompanhadas de perto pelo Estado, pois nessa área tão essencial à vida de milhões de cidadãos não podem prevalecer as regras costumeiras do mercado;
• o incremento da pesquisa científica e tecnológica no Brasil dedicada, de forma direta e indireta, à solução de problemas de saúde da população.

Apoiamos enfaticamente as medidas que vêm sendo tomadas pelo Ministério da Saúde no sentido da fiscalização e controle dos planos privados de saúde e face à questão das patentes dos produtos farmacêuticos. Nesse último caso, apoiamos decididamente a proposta do governo brasileiro em fóruns internacionais e consideramos ser um dos direitos do homem, particularmente das populações pobres, o uso de remédios essenciais a sua existência. É, por isso, inaceitável que os preços exorbitantes desses medicamentos sejam fixados arbitrariamente pelos poderosos grupos que atuam no setor. Em conseqüência, impõe-se ao Poder Público a intervenção direta nesse ramo da economia, recorrendo inclusive à ampliação dos laboratórios estatais destinados à produção de medicamentos.

2-) LULA (PT-PSB-PCdo B)
(Estamos publicando um resumo extraído de um arquivo em PDF, não passível de cópia. Maiores detalhes estão disponíveis no site www.pt.org.br)
1.) Fortalecer a gestão do SUS
2.) Organizar as ações e serviços em rede nacional única e integrada de atenção à saúde
3.) Universalizar e informatizar o sitema de cartão SUS
4.) Criar os centros de atendimento de especialidades de média complexidade
5.) Manter como prioridade o Programa Brasil Sorridente
6.) Criar o TELESAÚDE, que ligará equipes de saúde de qualquer lugar do pais com centros universitários de excelência ou plantões de consulta do SUS
7.) Apoio aos estados e municípios para criarem as centrais de regulação que garantam o acesso da população à rede hierarquizada de saúde.
8.) Ampliar o SAMU – Sistema d Atendimento Móvel em Saúde, com o apoio das forças armadas.
9.) Continuar a Política Nacional de Assistência Farmacêutica e ampliar o programa Farmácia Popular.
10.)Ampliar as ações preventivas das DST’s e garantir acesso a medicamentos retrovirais
11.) Ampliar e Modernizar os Laboratórios Farmacêuticos Oficiais, para suprimento do SUS
12.) Fomentar a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico e industrial para auto-suficiência na produção de vacinas, remédios, e recursos de diagnóstico e de tratamentos em saúde.
Os demais informativos seguem no post (II)

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    17:56:40 — Arquivado em: Saúde & Sociedade

Exames sorológicos pela saliva - realidade futura

O jornal da APCD - Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (ano 40 no.593), de setembro de 2006, destaca um ótimo texto sobre o tema. Através da análise do conteúdo existente dentro desse importante fluído bucal algumas doenças e condições de risco podem ser avaliadas. Destacam-se a cárie dentária, a doença periodontal, o câncer de boca, as hepatites e outras doenças viróticas. Maiores detalhes pelo site www.apcd.org.br (procurar pelo ícone do Jornal da APCD).

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    11:03:46 — Arquivado em: Odontologia & Saúde

5.9.06

Proposta: Lei de Incentivo a Ciência e Tecnologia

Na edição de 04 de setembro de 2006, o jornal OESP destaca que o governo federal vai reter as verbas destinadas para as pesquisas e o desenvolvimento de inovações nas áreas de ciência e tecnologia
(aonde se inclui a saúde). A justificativa é o “perseguido superávit fiscal”. Caros amigos, vou ser direto, se o Brasil pretende “transitar” entre os países desenvolvidos, sem culpar os “outros” pelos seus erros, é a hora de repensar atitudes como essa. Recentemente o professor Eduardo Gianetti da Fonseca disse, ao programa Fim de Expediente da rádio CBN, que “só os investimentos em planejamento e conhecimento funcionariam como base para a solução dos nossos problemas”. Apesar disso, os “candidatos a eleição de 2006″ se ancoram em propostas políticas (exclusivamente) assistencialistas como o bolsa família, a renda cidadã,entre outras. Esses programas estão sendo vendidos como a “solução dos nossos problemas”, até porque rendem votos (principalmente) nas camadas menos favorecidas da sociedade. Seria recomendável que os nossos representantes voltassem seus olhos para essas discrepâncias e imaginassem que os investimentos em produção científica poderiam gerar milhões de novos empregos, resgatando essas pessoas dessa “humilhante condição” e oferecendo condições dignas de proventos para os que vivem desses “soldos governamentais”, sem a possibilidade de oferecerem nenhuma contrapartida para a sociedade. Diante da constatada incapacidade governamental de oferecer ciência e desenvolvimento tecnológico segue a minha sugestão: - Se a “industria da cultura”pode dispor de uma lei de incentivo fiscal para fomentar seus trabalhos e projetos, um bom caminho seria aplicar diretrizes semelhantes para a área de ciência e tecnologia. Cabe à sociedade cobrar a nossa “futura classe dirigente” sobre aspectos do seu mais relevante interesse - como esse.

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    18:35:56 — Arquivado em: Saúde & Sociedade

1.9.06

O Brasil vai receber um grande pesquisador

No dia 28 de setembro de 2006, o Prof Dr. Jan Lindhe (um dos maiores nomes da odontologia mundial) estará discutindo os temas mais relevantes e atuais sobre saúde dental e gengival. Sob o tema “Excelência em Periodontia Clínica - Uma perspectiva global do conceito total”, esse “mestre da saúde bucal” vai nos presentear com suas inovações e seus conceitos sempre atualizados.
Informações pelo 11-56323104

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    14:04:20 — Arquivado em: Sem categoria

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