9.5.07
Muitas pessoas perguntam se o mel ou o açúcar mascavo podem substituir o açúcar refinado sem danos aos dentes? De acordo com a observação clÃnica e as evidências avaliadas (à partir de alguns apontamentos cientÃficos), isso não é uma verdade absoluta. Lembrem-se que esses alimentos são ricos em açúcares facilmente transformados em ácidos pelas bactérias cariogênicas - à partir do seu metabolismo. Portanto, o hábito de adoçar alimentos com esses recursos (ou lambuzar a chupeta das crianças com mel) pode provocar lesões de cárie, tanto quanto o açucar refinado.
8.5.07
Enquanto 70% dos espanhóis declaram estarem satisfeitos com os cuidados em saúde, de acordo com matéria publicada no site saúde bussines web, aproximadamente 30% das senhoras brasileiras chegam à 3a. idade sem realizar um exame básico como o papanicolau que permite o diagnóstico de alterações do aparelho genito-urinário e, porque não dizer, da saúde geral. Como sempre reitero, o desenvolvimento de um paÃs passa obrigatóriamente pela educação e pela valorização da saúde.
7.5.07
É o que afirmam inúmeros estudos e o que, novamente, reitera a proposta de “apoio medicamentoso” aos tratamentos bucais invasivos - descrita na última edição da revista Circulation.
A publicação, de maio/07, propõe uma revisão do protocolo de profilaxia antiobiótica para o controle do risco da doença das valvas cardÃacas (Endocardite Infecciosa). Essa recomendação é valiosa para o exercÃcio das atividades clÃnicas médicas e odontológicas.
Trata-se de uma literatura indispensável à saúde e ao alcance de todos pela internet.
4.5.07
SOBRE MEDICAMENTOS E PATENTES:
Mais uma vez é anunciada a quebra de patentes de um coquetel medicamentoso para tratamento da infecção pelo HIV. Tal prática vem sendo, desde o governo de FHC, uma das principais conquistas obtidas no campo da saúde. Gostaria de reiterar minha aprovação para com a atitude, dado o baixo poder aquisitivo dos paÃses em desenvolvimento para concorrer com o mercado estrangeiro. Ao mesmo tempo a solução terá que deixar de passar, no futuro, por tal medida. Seria mais prudente incentivar a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico da nossa indústria farmacêutica para deixarmos de quebrar patentes e passarmos a oferecer soluções.
SOBRE FRACIONAMENTO DE MEDICAMENTOS:
Se o próprio ministro da saúde reconhece a incapacidade de se fazer cumprir a lei, a quem vamos recorrer? Mais uma lei importante está indo para o lixo, pelo menos sob o ponto de vista da exigência do cumprimento, tornando-se um pedaço de papel oficial desprezado…
3.5.07
>Essa correspondência foi enviada pela colega Dra. Teresa Márcia N Morais, uma das autoras do livro Cardiologia e odontologia : Uma visão integrada. Entendo que medicamentos com a utilidade do abaixo mencionado, devem ser analisados com a mais criteriosa paciência para que consumidores e fabricantes não venham à ser lesados por “erros de interpretação”.
> BrasÃlia, 13 de abril de 2007
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> Nota à sociedade sobre o medicamento etoricoxibe
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> 1. Acerca das notÃcias veiculadas ontem na mÃdia sobre o medicamento etoricoxibe, informamos que a ANVISA vem acompanhando rigorosamente os ensaios clÃnicos envolvendo os antiinflamatórios não-esteroidais (AINEs), em especial dos inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, conhecidos como inibidores seletivos da COX-2.
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> 2. Essa classe terapêutica surgiu como uma alternativa aos antiinflamatórios não-esteroidais não-seletivos, que apresentam Ãndices de complicações mais elevados em comparação com os inibidores seletivos. No entanto alguns componentes dessa classe terapêutica, notadamente o rofecoxibe (Vioxx®), retirado do mercado em 2004, está associado a um maior risco cardiovascular, quando usado cronicamente.
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> 3. A ANVISA está revisando os dados do mais recente estudo envolvendo o medicamento etoricoxibe, tomando as medidas sanitárias que se fizerem necessárias.
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> 4. A Anvisa recomenda aos prescritores e usuários os seguintes critérios de segurança relacionados com o medicamento Arcoxia®:
> . Observar a restrição de uso descrita na bula. É contra-indicado para pacientes com histórico de insuficiência cardÃaca, ataque cardÃaco, cirurgia de revascularização (p.ex. ponte de safena), dor no peito (angina) e outros riscos cardiovasculares.
> . Esse medicamento deve ser somente utilizado sob prescrição de um médico ou de um cirurgião-dentista com avaliação prévia dos riscos cardiovasculares ou doença cardiovascular do usuário.
> . Usuários com doença cardiovascular sob uso de etoricoxibe devem procurar o prescritor para uma reavaliação da terapêutica.
> . Usuários de longo prazo do etoricoxibe , como, por exemplo, para o tratamento de osteoartrites ou artrite reumatóide, devem fazer um acompanhamento periódico da pressão arterial de forma preventiva quanto a problemas cardio e cérebrovasculares.
> . Usuários que experimentarem falta de ar, dor no peito ou se inchaço no tornozelo aparecer ou piorar, devem interromper o tratamento e consultar um médico assim que possÃvel para avaliação.
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> 5. A Anvisa informará a sociedade novas ações referentes a esse produto sempre que existir qualquer nova medida regulatória adotada.
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> Gerência de Pesquisas, Ensaios ClÃnicos, Medicamentos Biológicos e Novos/Gerência Geral de Medicamentos - Ggmed
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> Gerência de Farmacovigilância/Núcleo de Gestão do Sistema Nacional de Notificação e Investigação em Vigilância Sanitária - Nuvig