16.5.08
ECOLOGICAMENTE INCORRETO
Depois do documentário do AL GORE e seguindo a tendência de crescimento dos neoambientalistas que se recusam a pegar novos saquinhos plásticos nos supermercados e a jogar pilhas usadas nas latas de lixo comum, muitas pessoas (dentre as quais me incluo), andam preocupadas em colaborar com a preservação do meio ambiente para o usufruto das futuras gerações.
Minha mais recente preocupação é legitimada pelas “evidências cientÃficas” sobre o tema. Prestem atenção no depoimento abaixo do coordenador do Departamento de Engenharia QuÃmica da Escola Politécnica - professor Cláudio Augusto Oller do Nascimento.
“O silicone não é biodegradável, não sendo portanto suscetÃvel a processos biológicos de degradação”.
Certa vez li uma frase atribuÃda a uma psiquiatra austrÃaca, autora de livros e especialista em doentes terminais - Elisabeth Kluber Ross, que dizia: “Não existem erros, coincidências. Todos os eventos são bençãos dadas a nós para aprendermos através deles.”
Como a vida é, entre outras coisas, feita dessas “bençãos”, não pude deixar de me prender ao detalhe desta minha recente experiência.
No exato momento em que lia o texto sobre silicone do professor da politécnica, no site da Agência de NotÃcias da USP, a televisão da minha casa estava sintonizada em um programa de televisão que entrevistava a Sra. Ângela Bismarck que respondia a seguinte questão de um desses programas de variedades.
“Ângela, o que motiva essa disposição para todas essas cirurgias plásticas que você realiza é a sensação de ficar eternamente jovem?”
Enquanto a “atriz e modelo” respondia de forma entusiasmada a questão, do alto da minha ignorância, me auto-dirigia a seguinte questão:
- Será que no futuro aquilo que é considerado “não biodegradável” vai se tornar um sinônimo para “poço da juventude”.
criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes
18:52:35 — Arquivado em: 
