SAÚDE BUCAL EM FOCO

O blog do Prof. Rodrigo Bueno de Moraes é um canal aberto à discussão sobre as questões da saúde bucal e sobre a relevância dos temas da saúde para o cotidiano e a qualidade de vida.

12.12.08

O marketing do FIM

Além do destaque pela volta de Ronaldo aos campos pelo Corinthians a imprensa contabiliza com a morte do ex-Suzana Veira: Marcelo Silva. Sites da internet - associados a propaganda paga na abertura do vídeo - propagam imagens aonde o corpo do rapaz é visto praticamente nu e envolto em um saco mortuário. Exposição de muito mal gosto - especialmente para as marcas comerciais associadas que deveriam se preocupar em saber o tipo de mídia em que são oferecidas à sociedade.

Imagens fúnebres de alguém que acaba de passar por uma crise fatal de overdose não me parecem recomendadas para jovens crianças ou pré-adolescentes, que tanto acessam a internet.

Não seria a hora de as grandes empresas de mídia em internet, rádio e Tv serem alertadas pelos organismos regulamentadores? Ou isso é coisa do passado e nossos filhos terão de se ” acostumar ” com cenas do pescoço cortado do Saddam Husseim, a nudez morbida do Sr. Marcelo Silva e outras tantas?

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    14:31:46 — Arquivado em: Saúde & Sociedade, Sem categoria

10.12.08

Médico do Timão apostou em Ronaldo desde a contusão

Em fevereiro de 2008, tive a oportunidade de reunir um time de peso para discutir, durante o Saúde Bucal em Foco, pela Rádio Record - o valor da saúde para a vida de um atleta. O programa coincidia com dois fatos inusitados do nosso esporte. A despedida de Guga e o momento dramático da contusão do craque Ronaldo Nazário , dessa vez jogando pelo Milan.

No link http://www.sobrape.org.br/saudebucal_em_foco/pgm_sbf_14_02_08.mp3 você poderá ouvir a íntegra desse programa especial que reuniu este blogueiro e apresentador do quadro, o jornalista Juarez Soares (Rádio Record), a dentista Luciana Sargologos (COB - Olímpiada de ATENAS), o apresentador João Ferreira, o jornalista Eduardo Savóia (Transamérica) e o Dr. Joaquim Grava (médico do Corinthians) 

Apesar do pessimismo instaurado quanto ao futuro do craque, Joaquim Grava já apostava em sua recuperação e na volta aos campos. Era uma espécie de prenúncio do que ia acontecer em um futuro que finalmente chegou. Um grande final feliz, reunindo o excelente médico, o time de parque São Jorge e o craque que volta ao país do futebol.

Boa sorte Ronaldo e felicidades ao amigo Dr. Grava! O mundo do futebol e da promoção de saúde agradecem pelo retorno da alegria aos nossos campos.

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    16:42:45 — Arquivado em: Saúde & Sociedade

8.12.08

IMBRA é destaque no jornal O Estado de SP

A página A14 do jornal O Estado de São Paulo, de 08/12/2008, destaca uma matéria sobre a Imbra Tratamentos Odontológicos.

O texto é correto em destacar as sugestões da equipe do Procon, da mesma forma que faz justiça à GP investimentos. A empresa teve a oportunidade de destacar as suas considerações sobre o negócio que recentemente passou às suas mãos.

Gostaria de parabenizar a jornalista Fabiane Leite pela maneira polida com a qual registrou o tema, sem partidarismos e com amplo direito de exposição das idéias aos lados envolvidos na discussão – no caso os pacientes, o Procon e a GP Investimentos- na qualidade de detentora dos direitos sobre a marca.

De tudo o que pude ler o que mais me preocupa é a questão da odontologia na mídia. No caso da matéria sobre a Imbra deve-se considerar o seguinte: - esse tipo de exposição significa um ” triste retrato para o momento da nossa profissão”. A requalificação da boa imagem da odontologia perante à opinião pública é de interesse - tanto da empresa, como de todos os profissionais da área. Ninguém ganha ao ser exposto de forma escandalosa pela mídia. Como diriam Roberto Carlos & Bethânia: - vê se entende esse “grito de alerta”…

Não tenho nada contra a implementação de planos de negócio, estratégias de MKT ou de mídia - apenas reitero que devem seguir à risca as normas éticas estabelecidas pelos Conselhos que representam a profissão. Ao meu ver, se isso for cumprido, não há do que reclamar.

Como profissional de saúde sou um cidadão preocupado com a imagem da odontologia que atinge o público em geral e, nesse sentido, torço para que qualquer empresa ou colega do nosso segmento que usufrua de espaço nos meios de comunicação seja bem sucedido, especialmente, em passar a verdadeira mensagem que as pessoas precisam ouvir – a de que a odontologia pode e deve fazer muito por elas.

Entendo que a credibilidade dos profissionais que exercem à atividade de cirurgião-dentista, sejam eles da IMBRA, dos serviços públicos ou particulares deva ser preservada e a beleza da nossa prestação de serviços, ovacionada. Isso fará bem à promoção de saúde.

Que tudo se resolva da melhor forma para os gestores, os pacientes e todos os envolvidos nessa questão que, antes de mais nada, deve dizer respeito à qualidade de vida e ao bem estar daqueles que confiam os seus anseios estéticos e funcionais à partir da boca - sem deixar de lado a repercussão para o todo.

Que as próximas matérias valorizem os cuidados na prevenção e no aprimoramento das ferramentas de promoção da saúde bucal. A maior carência da odontologia moderna são as oportunidades de acesso para quem vê televisão, ouve rádio ou lê revistas e jornais e que segue à mercê do que a ciência pode oferecer como possibilidade de recuperação da dentição e da saúde.

Em 2009 gostaríamos de acessar mais notícias que promovam a saúde bucal e menos alertas que lembrem páginas policialescas feitas à partir dos descontentamentos de pessoas que se julguem mal atendidas ou insatisfeitas.

Só assim a profissão dará um passo à diante. É a hora dos que exercem a odontologia entenderem que a boa imagem do nosso ofício depende de cada um de nós, os promotores de saúde bucal. Vamos arregaçar as mangas e unir esforços pela valorização da nossa atividade.

Em tempo: Uma nova matéria sobre o tema foi apresentada na edição de terça-feira (página A21), do mesmo periódico. O novo texto ganhou requintes de dramaticidade ao abordar questões de foro da Polícia Cívil. Como reiterei no post de ontem, que atualizo hoje, o grande problema desta questão é tratarmos a Odontologia de maneira degradante perante o público formador de opinião.
Definitivamente trata-se de um episódio lamentável para todo o nosso segmento. Isso exigirá muita atitude e bom senso por parte dos profissionais e representantes da odontologia brasileira.

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    14:33:43 — Arquivado em: Odontologia & Saúde

19.11.08

Disputa do INCA e da SBU mostra um grave problema

Reprodução de um texto publicado por AMARÍLIS LAGE & FERNANDA BASSETTE na Folha de S.Paulo.

A decisão do Inca (Instituto Nacional de Câncer) de desaconselhar os exames de toque retal e de dosagem de PSA para homens que não tenham sintomas de câncer de próstata foi criticada por urologistas. Em nota, a SBU (Sociedade Brasileira de Urologia) disse que “esperar a ocorrência de sintomas para procurar cuidados médicos pode fazer com que o câncer de próstata esteja em estágio avançado, com impossibilidade de cura”.

Segundo Ana Ramalho, gerente da Divisão de Gestão de Rede Oncológica do Inca, não há evidências científicas de que o rastreamento do câncer de próstata reduza a mortalidade causada pela doença, por isso o órgão está desaconselhando os homens a fazerem o exame.

No rastreamento, a população é convocada para fazer o exame e buscar detectar a doença em fase inicial. “Essa técnica é útil quando provamos que reduz a mortalidade. É útil no câncer de colo de útero, mas não se mostrou eficiente no câncer de próstata”, diz.

De acordo com Ramalho, pesquisas mostram que há um excesso de diagnóstico de câncer de próstata, o que aumenta a chance de identificar tumores de lenta progressão, que não afetariam a saúde do paciente. “Esses pacientes seriam expostos aos riscos do tratamento de maneira desnecessária. Eles podem ficar impotentes ou com incontinência urinária, sem saber se vão reduzir o risco de morte”, diz. “A idéia é desestimular mesmo.”

Para o urologista Miguel Srougi, professor da USP (Universidade de São Paulo), O Inca cometeu um “equívoco”. Ele diz que há dois grandes estudos avaliando o efeito do rastreamento, cujos resultados estão previstos para 2012.

“Se não se provou que os exames melhoram a sobrevida, tampouco se provou que têm um efeito ruim. O que há é um desconhecimento. Se provarem que o rastreamento aumenta a chance de cura, um sem-número de homens que não fizeram o exame terão um câncer sem saída.”

Segundo ele, embora muitos países não adotem uma campanha de rastreamento, nenhum contra-indica o exame.

Inca e SBU divergem quanto ao impacto do tratamento na qualidade de vida. Para o Inca (que usou como fonte um estudo populacional norte-americano), dos homens que tiram a próstata, até 70% têm disfunção erétil e até 25%, incontinência. Para a SBU, o risco é de 50% e 2%, respectivamente.

Segundo Ubirajara Ferreira, presidente da SBU - seção São Paulo, o risco varia conforme a idade do paciente e a técnica usada. “Estudos mostram que o índice de disfunção erétil varia de 20% a 70% –50% é a média. O Inca pegou o pior cenário.”

Para o urologista Luciano Nesrallah, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o risco de incontinência grave é inferior a 5%. “Falar em 25% é um exagero. Não podemos negar ao homem o direito de querer se prevenir.” Para ele, cabe ao médico avaliar com o paciente os riscos e benefícios do tratamento.

“O tratamento produz impotência e incontinência. Mas o que o Inca tem a dizer sobre a qualidade de vida nos casos de câncer que deixarão de ser descobertos?”, questiona Srougi.

Um problema central da doença é que ainda não é possível distinguir com precisão os tumores de progressão lenta daqueles mais agressivos.

Alexandre Cripa, urologista do Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, cita um estudo no qual pacientes com bons prognósticos não foram tratados. Após quatro anos, 75% deles precisaram tratar o câncer. “Nossa imprecisão não nos dá o direito de não seguir o tratamento”, diz.

Segundo o urologista Fernando Almeida, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), quanto mais jovem for o paciente, mais agressivo tende a ser o tumor. “Talvez seja preciso decidir em que idade os homens devem fazer o rastreamento, e não se eles devem ou não fazer. Os jovens provavelmente vão se beneficiar.”

Ramalho, do Inca, diz que o órgão não está proibindo nenhum homem de fazer os exames. “Quem estiver disposto pode fazer, mas é bom que esteja ciente dos riscos.”

Segundo ela, o Inca pretende rever a orientação caso os resultados dos estudos previstos para 2012 mostrem que o rastreamento é eficaz.

COMENTÁRIO DESTE HUMILDE BLOGUEIRO:

SE O INCA PRETENDE REVER A SUA CONTRA INDICAÇÃO AO EXAME DE TOQUE, DE ACORDO COM OS RESULTADOS DE 2012, NÃO SERIA MELHOR NÃO COMPROMETER A CLÁSSICA INDICAÇÃO DESTE EXAME ATÉ OBTER MAIOR CONVICÇÃO SOBRE O TEMA? EM CASO DE RETOMADA DA INDICAÇÃO DO EXAME DE TOQUE, EM 2012, SERÁ QUE PESSOAS PORTADORAS DE CÂNCER DE PRÓSTATA QUE SEGUIRAM AS NOVAS DIRETRIZES DO INCA PODERÃO RESPONSABILIZAR A ENTIDADE PELO DESENVOLVIMENTO DO PROBLEMA ENTRE 2009 e 2011?

COMO PROFISSIONAL DA SAÚDE E HOMEM PRÓXIMO DOS 40 anos SEGUIREI AS PRESCRIÇÕES DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE UROLOGIA - POR PRECAUÇÃO.

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    08:36:50 — Arquivado em: Saúde & Sociedade

14.11.08

Dia de combate ao Diabete Melito

Hoje é o Dia Nacional de combate ao Diabete. Essa doeça metabólica atinge aproximadamente 10% dos brasileiros e é uma das principais causas para a perda de produtividade e para complicações graves à saúde dos seus portadores.

Assim como em outras doenças crônicas, a prevenção e o diagnóstico precoce são as melhores formas de combate a esse mal.

A odontologia é parceira dos médicos, nutricionistas, educadores fisícos e profissionais de outros segmentos da saúde, vinculados ao atendimento da população portadora.

As complicações bucais, dentárias e gengivais são comuns aos diabéticos e devem ser enfrentadas o quanto antes. As grandes entidades de classe da medicina e da odontologia reconhecem que as doenças das gengivas representam a 6a. complicação, listada pela literatura científica, para portadores do diabete melito.

A evolução da ciência depende, e muito, da conscientização dos pacientes e dos profissionais de saúde - sobre as reais consequências de todas as mazelas que afetam a saúde e a qualidade de vida.

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    10:22:25 — Arquivado em: Odontologia & Saúde, Saúde & Sociedade

Dentista deve se cadastrar para poder praticar

O Conselho Federal de Odontologia, após anos de debates e de consultas, reconheceu o exercício pelo cirurgião-dentista das práticas integrativas e complementares à saúde bucal. A Resolução CFO-82/2008, publicada no último dia 1° de outubro, no Diário Oficial da União, regulamentou o uso da Acupuntura, Fitoterapia, Terapia Floral, Hipnose, Homeopatia e Laserterapia como terapias auxiliares aos procedimentos odontológicos.

Os interessados terão até o dia 30 de março de 2009 – 180 dias após a publicação da resolução no D.O.U. - , para requerer sua habilitação junto ao CROSP. A taxa de registro é de R$ 106,00. A íntegra da Resolução CFO – 82/2008, com todas as informações sobre a documentação necessária para o requerimento, está no link http://www.crosp.org.br/requerimentos/arquivos/Res_82_2008.pdf.

Não sou contra a fiscalização e a normatização do Conselho Federal para os que pretendem executar esses procedimentos, ao contrário. Eu sou contra a taxação de R$ 106,00.
Baseado em que se definiu por essa taxação que atinge um % muito alto da nossa taxa anual/obrigatória de pagamento dos conselhos de classe. Quem (baseado em que parâmetro), definiu R$ 106,00?

Em um momento de recessão e dificuldades econômicas por todo o mundo, quando propor tratamentos e custos aos pacientes se torna algo justificadamente difícil - especialmente pelas atitudes questionáveis de grandes conglomerados clínicos expostos em propagandas pagas de rádio e Tv - é pertinente nos submetermos a mais essa taxação que só prejudica o exercício da profissão?

Em todos os segmentos de classe, as taxações levam a aumento de custos e o prejudicado é sempre o último na cadeia consumidora - ou seja, O CONSUMIDOR.

Com a palavra os senhores conselheiros e representantes da classe odontológica.

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    08:57:17 — Arquivado em: Odontologia & Saúde

12.11.08

A crise brasileira faz 8 anos

Entre os anos de 2000 e 2007, os gastos do governo federal com educação, saúde e investimentos corresponderam a 43,8% do total de despesas com juros, segundo estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quarta-feira.

Ainda no período analisado, o governo gastou R$ 1,267 trilhão com juros, que equivale a quase 54% da renda nacional do ano de 2006 (R$ 2,37 trilhões), enquanto que as despesas acumuladas nos oito anos com saúde foram de R$ 310 bilhões, com educação foram de R$ 149,9 bilhões e investimento, de R$ 93,8 bilhões.

Se existe tanto dinheiro para o sustento dos juros e das “boas ações do sistema financeiro” (conforme anúncios diários dos governos do mundo), se o sofrimento é oriundo dos problemas que importamos ( ou será que é porque deixamos de exportar com a crise?), não seria a hora de inverter a ordem e investir no que geraria um resultado impossível de ser alterado - será que algum dia saúde e educação terão prioridade frente ao “nosso mercado financeiro”?

Esta crise mundial mostra que podem tirar tudo de uma pessoa,de um país e de um povo: o seu dinheiro, a sua casa, o seu acesso ao financiamento, menos o que ele aprendeu e o seu bem estar adquirido às custas de adequada promoção de saúde.

Isso me lembra muito o que dizia a minha falecida vó, mas os especuladores, governantes e investidores não tiveram a oportunidade de conhecer essa querida senhora…

Caros leitores, lamento informar, tudo o que digo é em vão. O assunto tratado dessa maneira é básico de mais ou midiático de menos. É possível que nos próximos 8 anos a realidade continue a mesma e os juros ganhem de goleada, quanto a % de arrecadação, da saúde, da educação e dos investimentos de base que são essenciais para um país que pretende crescer.

A melhor pergunta, talvez seja: Quantos empregos geram os segmentos do mercado financeiro ( bancos, financiadoras, fundos de investimentos, etc )? x Quantos empregos geram , e poderiam gerar, a saúde e a educação? É assim que se decide o encaminhamento das verbas e dos créditos no “mundo globalizado”, mas será mesmo?

Acho melhor propor esse questionamento, do que repartir os ensinamentos da minha velha avó, afinal de contas, tudo é uma questão de marketing influenciado pelas marés & marolas, não é mesmo presidente Lula?

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    12:22:08 — Arquivado em: Saúde & Sociedade

11.11.08

Obesidade:um possível fator de risco a saúde bucal

Pesquisas recentes avaliam até que ponto a tendência à obesidade não representa um risco adicional para o surgimento das doenças dos tecidos que protegem e suportam os dentes - e que são denominadas, de maneira uniforme, por doença periodontal.

É importante ressaltar que um um número representativo de avaliações médicas sugere um perfil de maior risco à inflamação em obesos.

Isso pode justificar o número exorbitante de problemas bucais, cardiovasculares e metabólicos típicos das amostras de indivíduos acima do peso ideal - avaliadas pelas estatísticas dos estudos populacionais.

Alguns ensaios clínicos e científicos - até aqui produzidos - salientam que o controle deste perfil ( especialmente para os que sofrem da obesidade conjugada à falta de atividade fisíca) mostra uma diminuição nesta “tendência de risco inflamatório” que comprometeria todo o organismo.

É importante a continuidade e o aperfeiçoamento desses estudos para julgarmos a força da relação entre a perda de saúde bucal e a obesidade - destacando o estabelecimento da doença periodontal.

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    17:25:41 — Arquivado em: Odontologia & Saúde

6.11.08

Doença circulatória é a que mais mata

As doenças do aparelho circulatório representaram 32,2% das mortes no Brasil em 2005. Associadas à má alimentação, consumo excessivo de álcool, tabagismo e à falta de atividade física, ela é a enfermidade que mais mata. Os dados fazem parte de uma publicação do Ministério da Saúde que traz o perfil da mortalidade dos brasileiros.

Segundo o ministério, os números mostram as conseqüências da urbanização rápida e do desenvolvimento do País. No passado, as doenças infecciosas e parasitárias, como diarréias, tuberculose e malária eram as que mais matavam.

De acordo com a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), em 1930, elas representavam 46% das mortes nas capitais, contra 12% dos óbitos relacionados a doenças cardiovasculares. Os dados confirmam que o perfil da mortalidade mudou no País ao longo dos anos.

No Sudeste, as doenças do aparelho circulatório matam 33% da população. No Sul, 32,9%, no Nordeste, 31,9%, no Centro-Oeste, 31% e 24,9% no Norte.

“Comer alimentos com excesso de gorduras, de açúcares e de sal, além de fumar e consumir abusivamente bebidas alcoólicas, potencializam o risco de uma pessoa ter um quadro de doença circulatória, como o AVC (Acidente Vascular Cerebral), conhecida como derrame”, afirma o diretor do Departamento de Análises de Situação de Saúde (Dasis) do Ministério da Saúde, Otaliba Libânio.

Ao separar por causas específicas, dentro do grupo das doenças do aparelho circulatório, o AVC aparece como a que mais mata. Em 2005, 90.006 pessoas perderam a vida por isso, o que representa 31,7% das mortes decorrentes de problemas circulatórios e 10% dos óbitos totais do País.

Cabe reiterar, ao texto acima, divulgado pelo site www.terra.com.br, que as infecções dentárias e gengivais podem atuar como possíveis predisponentes aos problemas do coração e da circulação, conforme divulga o site da Sociedade Brasileira de Periodontologia-SOBRAPE

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    15:01:54 — Arquivado em: Odontologia & Saúde, Saúde & Sociedade

21.10.08

Saúde Bucal na internet

Visite os sites www.sobrape.org.br e www.sobrape.com.br e obtenha informações valiosas para leigos e profissionais. Sites imperdíveis e que merecem a visitação.  

criado por Rodrigo G. Bueno de Moraes    14:51:19 — Arquivado em: Odontologia & Saúde

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